Secret War in Portugal [1939-1945]
For SOE [British Special Operation Executive] 24 Land was the code name for Portugal

Greene, Philby & Orson Welles: Vienna red reseau


Harold Russel "Kim" Philby worked with Graham Greene in MI6 [SIS].
Graham Greene wrote The Third Man, published in 1950. In order to gather information for the novel he visited Vienna in February 1948, where he contacted, via Elizabeth Susan Douglas-Scott-Montagu [obituary here], Peter Smolka [latter Smollett], a good friend of Philby, agent of the British intelligence as Philby and a soviet mole also.
I just returned from Vienna, were I visited The Third Man Museum [see the link here for the site] and brought from there a booklet concerning Post War Vienna. The magnificent museum is dedicated to both Greene's novel and Orson Welles film, an initiative of Gerhard Strassgschwandtner and Karin Höfler, without sponsors or subsidies.


There I found an article by John Beauclerk where he states that Greene's source about the sewer of Vienna, where the plot has one of its more dramatic moments, was not, as Greene's  try to convince readers of the novel, his father, Colonel Charles Frederick Aubrey de Vere Beauclerk [later the 13th Duke of St. Albans, married with Suzanne Fesq, obituary here], but probably "Kim" Philby himself, who had been in the city during 1934 working with the communists. 


Reason for that? According with Jon Beauclerk, the purpose was to hide Philpy's cover as a secret agent. Moreover he adds: «the film is Greene's way of dealing with the moral ambiguity of his relation with Kim Philby».

Oswald von Hoyningen-Huene


Oswald von Hoyningen-Huene, German Ambassador [Lisboa, 1934/1944]

1945: Portugueses presos em Inglaterra


A 12 de Setembro de 1945 o Foreign Office comunicava à Embaixada de Portugal em Londres [Palmela] a lista de cidadãos portugueses que «se encontravam presos como agentes do inimigo» e que, por isso, tencionavam deportar:

1 Ernesto Simões +
2 Gustavo de Freitas Ferraz +
3 José Lourenço Moreira +
4 Manuel Mesquita dos Santos +
5 Manuel Dias dos Santos +
6 [Artur] Viana dos Santos +
7 Victor Jorge Ravazine Gonçalves da Silva

Recebida a comunicação o MNE reportou o assunto à PVDE a 14 do mesmo mês.

Sobre Manoel [grafia da época] Mesquita dos Santos escrevi aqui.

Confrontando a lista do Camp 020 [campo de internamento e interrogatório, Latchmere House] verifica-se que a 14 de Setembro de 1945 estavam detidos 9 portugueses. 

Assinalei com uma cruz acima aqueles cujo processo está descrito nominalmente no relatório oficial. Nota-se que Gonçalves da Silva é nele omisso [o que é interessante]. E constata-se que quer Rogério Magalhães Peixoto de Menezes, quer o agente que controlava Artur Viana dos Santos, de que se conhece apenas o nome Caldeira, estão omissos. Quanto ao primeiro, no livro que escrevi sobre a sua biografia [ver uma referência aqui] expliquei a razão da não menção: é que o mesmo, tendo visto comutar a pena, por graça concedida pelo Rei Jorge VI, mediante a intermediação do Governo de Lisboa, era dado oficialmente como não existente e, por isso, mencionado na lista que o Secretário do Interior britânico leu na Câmara dos Comuns, nesse mesmo ano, onde constavam os que haviam sido condenados à pena de morte e executados.